ANA GENEZINI ESTUDA IMPLANTAÇÃO DE SACOLAS ECOLÓGICAS NO MUNICÍPIO


Troca de sacolas plásticas por retornáveis é um dos projetos em estudo pela vereadora


A vereadora Ana Genezini (PTB) abordou em seu discurso na sessão de terça-feira, 27, proposta de implantação e conscientização municipal sobre a troca das sacolas plásticas utilizadas no comércio, por produtos ecológicos feitos de lona e matérias duráveis. A proposta visa à mobilização da prefeitura, juntamente com o comércio e os moradores para que, gradativamente seja feita a substituição das sacolas.
O projeto ainda está em fase de estudo e, segundo a vereadora, “antes mesmo do projeto de lei ser apresentado, já começará realizar campanhas de conscientização municipal”. Neste sentido, a parlamentar convidou os vereadores para reunião na última semana e participaram : Adriano Corazzari (PSB), Marta Leão (PP) e Jr. Vendemiatti (PPS), junto com o Presidente do Instituto Pró-Verde, Fernando Brigídio, para que os parlamentares pudessem entender a importância desse gesto perante a questão ambiental. “Essa prática já abandonada no passado, agora retorna e trará junto, grandes benefícios ao meio ambiente e ao nosso futuro,” afirma Ana Genezini.
Conceito
Em junho, a vereadora Ana Genezini participou de uma apresentação no colégio Sant’Anna sobre o tema, em que os alunos do ensino médio expuseram os malefícios do uso das sacolas plásticas no Brasil. Desde então a vereadora vem trabalhando numa lei municipal que ajude a normatizar a questão, para minimizar o estrago causado pelo plástico no meio ambiente.
Conforme lembrou a vereadora, além de utilizar petróleo, recurso não renovável para sua fabricação, as sacolas plásticas ocupam grande espaço nos aterros sanitários e sua decomposição pode levar séculos. Para produzir uma tonelada de plástico são necessários 1.140 kw/hora (esta energia daria para manter aproximadamente 7.600 residências iluminadas com lâmpadas econômicas por 1 hora).
As sacolas também contribuem para o entupimento da passagem de água em bueiros e córregos, causando inundações e retenção de mais lixo. Ao ser incinerado o material libera toxinas perigosas para a saúde.
Quando esses saquinhos vão parar no oceano o estrago pode ser considerado ainda maior. Animais marinhos os confundem com águas vivas, alimento de diversas espécies, como a Tartaruga Marinha. O projeto Tamar (responsável pela preservação da tartaruga marinha no estado da Bahia) já encontrou diversos animais mortos por causa da ingestão de sacos plásticos.

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